
Build Lendária
Eae galera, aqui é a Cervena! Hoje quero compartilhar com vocês um pouco da minha build e da minha visão sobre a classe Clériga. A ideia aqui é ajudar os jogadores (novos e antigos) que ainda têm dúvidas sobre qual caminho seguir na Santa. Existem várias combinações possíveis, cada uma com seus prós e contras — mas o que realmente importa é você encontrar uma build que encaixe com seu estilo de jogo e com aquilo que você quer entregar no PvP.
A build que uso atualmente é com set Berserker Máni, com foco em resistência a crítico e redução de dano PvP. Se você está pensando em investir nesse estilo de Cleriga mais resistente e segura, espero que esse conteúdo te ajude a se decidir e a otimizar seu desempenho.
Bora lá que tem bastante coisa pra falar!
Visão Geral: Clériga
A Clériga, mais conhecida in-game como “Santa”, é uma classe totalmente voltada ao suporte. Seu desempenho depende diretamente de quatro pilares fundamentais: suporte ativo, posicionamento, visão de jogo e auxílio em reposicionamento. Dominar esses elementos é o que diferencia uma Santa comum de uma realmente eficiente no PvP.
Suporte
O foco principal da Santa é a sobrevivência da PT. Isso exige atenção total à barra de vida/buffs dos aliados e rapidez nas purificações e curas. Quanto mais ágil você for em tirar um aliado de uma situação de desvantagem, mais rápido ele volta a agir em benefício da PT. Além disso, é imprescindível dominar os combos de cura, garantindo que a vida dos membros seja restaurada rapidamente.
Posicionamento
O posicionamento é um dos pilares mais importantes da Santa. Via de regra, quanto mais na Backline você estiver, melhor — mas isso varia conforme a situação:
Jogando solo: a prioridade é se manter fora do campo de visão dos inimigos, dificultando que cheguem até você. Quanto mais protegida a Santa estiver, mais tempo a PT se mantém de pé.
Duas Santas na mesma PT: idealmente, uma fica mais avançada e a outra mais recuada. Isso cria uma linha de suporte contínua, permitindo que a Santa de trás auxilie rapidamente a que está mais à frente e mantenha o fluxo da luta.

Duo com classes agressivas: às vezes será necessário avançar um pouco mais para acompanhar um aliado que precise se expor, garantindo que ele receba suporte imediato.
Visão de Jogo
Por estar naturalmente posicionada mais atrás, a Santa costuma ter a visão mais ampla da trocação. Isso permite observar movimentações, prever engages, identificar flancos e orientar os aliados da linha de frente sobre posicionamento, riscos e oportunidades.
Auxílio em Reposicionamento
Em muitas situações, um aliado pode ser afastado ou isolado da PT, ficando em posição desfavorável. Nesses momentos, cabe à Santa identificar a janela segura para resgatar esse jogador vivo. Essa ação exige alinhamento da PT inteira, pois você também precisará retornar com segurança. É um trabalho em equipe.
Por que usar esta build?
O set Máni é o único set Tank realmente viável para Santas. Por ser o set endgame, ele oferece a maior quantidade de status defensivos do jogo e ainda traz uma combinação de buffs extremamente fortes, incluindo aumento de esquiva, resistência a status anormais, resistência a crítico e a possibilidade de limpar seus próprios debuffs enquanto recebe dano. O set ainda traz diminuição de dano crítico, HP e redução de dano recebido de forma geral. Essa soma de atributos torna esse conjunto o mais completo e eficiente para Tanks, suprindo de forma consistente todas as demandas defensivas.
É também indispensável que a Santa trabalhe para atingir o limite máximo de resistência aos principais debuffs, especialmente Stun e Silence. A resistência a Stun deve ser tratada como prioridade absoluta, pois eliminar essa ameaça reduz suas janelas de vulnerabilidade e dificulta a execução da gameplay inimiga, que perde uma das principais ferramentas de interrupção direta do seu kit. Quanto ao Silence, a maior parte das Clérigas atinge 50% de resistência mesmo sem o uso de Poções de Cash, garantindo pelo menos metade de chance de resistir ao controle, já dificultando o combo adversário.
Por fim, alcançar 70% de resfriamento é igualmente essencial. A redução de cooldown diminui significativamente o tempo de espera entre suas habilidades, aumentando sua capacidade de resposta, seu sustain e sua eficiência geral.
Por que focar em Redução de Dano PvP?
A redução de dano PvP é um dos adicionais que mais influenciam no dano final recebido, e é justamente por isso que ela se torna o pilar central dessa build. Meu objetivo aqui é tankar o máximo possível, e a combinação de redução de dano PvP, redução de dano crítico e resistência a crítico é simplesmente imbatível neste quesito.
Mesmo abrindo mão da esquiva — e, por consequência, tomando praticamente todas as skills — o dano que recebo é baixo o suficiente para me manter viva por longos períodos, garantindo tempo para reposicionamento e auxílio de aliados, mesmo quando sou isolada ou pega por um inimigo.
Como a redução de dano PvP diminui diretamente o dano amarelo do atacante, ela funciona como um counter natural de todas as builds de Damage, independentemente do estilo do oponente. É uma mitigação de dano estável, constante e confiável.
Aqui cabe uma observação importante: A escolha pela redução de dano PvP é um investimento que só vale a pena e faz diferença real se você conseguir acumular uma quantidade considerável desse status. Para que essa build de mitigação realmente funcione, é praticamente obrigatório contar com títulos fortes, como o Elter Lendário (que garante 200 de redução PvP por nível), o Ceifador (que entrega 300 de redução por nível) ou os recém-modificados Comerciante e Comerciante Premium.
Sem alcançar uma marca de pelo menos 5k de redução de dano PvP total, esse atributo acaba não mitigando o suficiente para te salvar, fazendo com que o investimento não compense. Nesses cenários, a build de esquiva acaba sendo a melhor e mais viável opção para garantir a sobrevivência da Clériga.
Pontos de Status
A Clériga utiliza Constituição como atributo principal. Esse é o status que mais fortalece a classe, pois aumenta resistência crítica, HP e resistência a ataque duplo. Algumas Clérigas também colocam uma pequena quantidade de pontos em Agilidade, buscando aumento de taxa crítica (para critar em todas as curas ou na maioria delas) e também esquiva. Eu coloquei todos os meus pontos em constituição.
Sobre a distribuição dos pontos da Terceira Classe, utilizo:
- 45 níveis em Pontos de Atributo
- 0 níveis em Pontos de Habilidade
- 5 níveis em Habilidade Transcendental
Build de Skills
A build que estou usando atualmente é a seguinte:
Sobre as Skills Transcendentes:
Escudo de Nikita – Sacrifício: O Nikita te deixa imune por 6 segundos, o que é extremamente valioso. O lado negativo é que precisa ser “castado” e você perde 50 de velocidade de movimento. Mesmo assim, é uma skill muito forte e que salva em várias situações complicadas — puxões de Templária, abissal de mago, etc.
Retorno da Magia – Espalhar: Quando transcendida, a skill passa a ser em área, mas perde eficácia considerável: o debuff cai de 5 buffs removidos para apenas 2, o que por si só já desanima. Além disso, a skill perde range, obrigando você a se aproximar mais do inimigo e se expor. No fim, não há nenhuma vantagem em utilizá-la como TR.
Aura de Esplendor – Liberação: Transcendido, ele passa a purificar todos os debuffs e a fornecer 10 segundos de imunidade (embora a maior parte dos players use com 9s por causa do debuff que acompanha o cooldown da skill). O problema é justamente esse: o debuff do Esplendor também aumenta muito, o que atrapalha a dinâmica da PT.
Escudo Sagrado – Florescer: O Escudo Sagrado recebe um buff considerável na versão TR. Ele passa a segurar com facilidade duas skills de Mago (chars dano geralmente aguentam uma pancada de mana), o que é ótimo para proteger players mais frágeis da PT.
Glória de Execelsis – Purificação: Transcendida, ela remove todos os debuffs da PT de uma vez e ainda aplica uma cura em área forte e constante. É muito útil em situações em que a PT está com muitos debuffs e levando muito dano, pois limpa e recupera o hp de todos rapidamente.
Cruz Penitencial – Entrelaçado: A Cruz aplica slow em área e ainda reduz o dano dos inimigos. Como a Santa não tem muito controle, essa skill se torna praticamente o “controle principal” da classe. O slow é bem incômodo e, sem dúvida, essa é uma das melhores skills TR da Santa.
Flores da Glória – Analgésico: Ao transcender, a skill ganha um aumento de duração — e isso é excelente, porque o buff dela amplifica a cura recebida. Como é uma cura em tic constante (mesmo que baixa), ela funciona como um ótimo counter para o Negar Cura das Duals, já que mantém uma linha de cura ativa constantemente.
Dixit Dominus – Empoderado: O Stun sobe de 1s para 3s, e isso é ótimo. O problema é que, na prática, o range do Dixit é extremamente curto, obrigando você a literalmente grudar no alvo para conseguir aplicar o efeito. E isso já limita boa parte das situações onde ele poderia funcionar. As únicas classes que chegam tão perto assim são Templárias (que têm Bolha e Aster para ignorar controle) e WRs (que tem 75). Ou seja, justamente as classes que chegam perto de você são as que não vão ser stunadas. As demais dificilmente entram no alcance da skill.
Outro ponto é que, hoje em dia, praticamente ninguém toma Stun, já que a resistência geral do servidor está alta. Para completar, eu ainda precisaria pegar 1 ponto de Habilidade + 1 ponto na Transcendida só para ativar o Empoderado… e, no fim, não é muito útil.
Sobre outras Skills:
Cura: A Cura comum da Clériga é outra habilidade que tem o seu pico de utilidade no nível 9. A partir deste nível, a habilidade passa a purificar 1 debuff do alvo no momento em que é conjurada. Essa mecânica de cleanse (purificação) integrada à cura de cooldown baixo é um dos recursos mais fortes para manter o suporte constante no PvP.
Escudo Mágico: Skill pouco comum entre as clérigas, principalmente porque exige muitos pontos para ficar full. Porém, como jogo com classes mais frágeis na PT (como dual), o Escudo Mágico se torna um recurso bem sólido para aumentar a sobrevivência. Ele absorve dano, ajuda a manter o aliado vivo por mais tempo e ainda reduz o dano físico em área em 25%.
Aura de Esplendor: Aqui vou só explicar por que usá-lo no nível 9 e não full. Basicamente, quando se esplenda alguém, essa pessoa fica com um debuff que impede que ela receba outro esplendor por algum tempo. A cada lvl do esplendor, a duração do debuff e a imunidade mudam. No lvl 9, o debuff fica com o mesmo tempo do cooldown do esplendor (36 segundos). Então, mesmo que a imunidade seja de 9 segundos (full seriam 10), o tempo do debuff é muito menor. Logo, o melhor custo-benefício é no lvl 9, que melhor equilibra o tempo de debuff e imunidade.
Penitência: Esta passiva gera muitas dúvidas, mas a verdade é que investir apenas 1 ponto nela é mais do que suficiente para a sua build. A Penitência é utilizada principalmente para potencializar as curas em tick (como a Mão da Cura e o Flores da Glória), mas também afeta habilidades de cura direta, como a Cura Concentrada. O grande detalhe é que apenas uma porcentagem do valor da passiva é aplicada na cura final das skills instantâneas (cerca de 32% no caso da Cura Concentrada e Cura). Por isso, deixar a passiva no nível máximo ou com apenas 1 ponto não resulta em uma diferença perceptível nas suas curas principais. Upá-la apenas consome pontos que podem ser investidos em habilidades melhores.
Títulos
Os títulos precisam conversar diretamente com a sua build, e por isso a escolha deles nunca é aleatória. No meu caso, priorizo diminuição de dano PvP, resfriamento e resistência crítica.
Um ponto importante é o uso do Abre-Alas e do Papai Noel. Esses títulos não oferecem resistência na composição — o que, em teoria, poderia torná-los menos atraentes para quem busca tankar mais. Porém, dentro da minha build, eles são fundamentais por dois motivos claros: me ajudam a fechar o resfriamento e aumentam a chance de crítico das curas.
Equipamentos
Como já mencionado anteriormente, o set utilizado pela Clériga neste cap é o Máni, justamente por ser o conjunto que oferece os melhores adicionais para uma Santa “tankar”.
Ele reúne tudo o que a classe realmente precisa: resistência a status anormais, resistência crítica, redução de dano e HP alto. Além disso, o Máni possui uma combinação de efeitos que complementa perfeitamente o kit natural da Clériga, permitindo que ela se mantenha ativa mesmo sob foco pesado e continue aplicando cura e suporte sem morrer com facilidade.
Sobre os ADD’s do set:
O adicional mais importante do set é a diminuição de dano crítico. Recentemente, o jogo passou por uma mudança significativa: a resistência crítica geral foi reduzida, enquanto a taxa crítica dos jogadores aumentou. O resultado é simples — hoje, tomamos muito mais críticos do que antes. Por isso, maximizar a redução de dano crítico se tornou essencial para qualquer Clériga.
A resistência a crítico entra como o segundo atributo essencial, pois, mesmo após as atualizações, manter esse status o mais alto possível ajuda a mitigar a frequência com que os golpes críticos ocorrem.
O terceiro slot é para a redução de dano pvp, que continua sendo um dos adicionais mais impactantes do jogo, já que reduz diretamente o dano amarelo, afetando o valor final do hit recebido. Por esse motivo, utilizo redução de dano PvP em três partes do set. Para complementar, é indispensável equipar um slot com velocidade de movimento, garantindo a mobilidade necessária para o personagem.
Sobre o Cetro:
No cetro, mantenho os adicionais padrão de Santa: Resfriamento, para diminuir o cooldown das skills, Crítico e Dano Crítico, para aumentar diretamente o potencial das curas.
Para os acessórios, utilizo o combo composto por Anel do General Def, Brinco e Bracelete do Sonhador e Colar do Abismo.
Esse conjunto é, hoje, o que oferece a maior soma de resistência a crítico, diminuição de dano crítico e redução de dano PvP.
A pedra utilizada é a Lua Branca, que se mantém como a pedra mais forte do jogo.
Sobre os ADD’s:
Nos acessórios, sigo o padrão indispensável para qualquer Clériga: resistência a stun e a silence. Esses dois adds são obrigatórios porque a Santa precisa tomar o mínimo possível de CC. Portanto, maximizar essas resistências não é escolha — é necessidade. O terceiro slot fica para Redução de Dano PvP, que complementa o set e é o foco da build.
Observação: É importante lembrar que o jogo oferece algumas combinações possíveis de acessórios para Santas, cada uma trazendo vantagens específicas dependendo do seu estilo de jogo. Por exemplo, o acessório de honra 95 permite alcançar 100% de resistência a silence, enquanto o Luar Sereno oferece uma resistência muito alta a fear, chegando perto do cap. Essas opções são úteis quando o objetivo é minimizar o impacto dos controles de grupo que mais atrapalham a performance da classe. No entanto, é fundamental entender o trade-off: quanto mais você investe em resistência a CC por acessórios, menos espaço sobra para maximizar sua redução de dano — e, consequentemente, tanka menos. Ou seja, você passa a resistir melhor aos efeitos de controle, mas perde parte da mitigação de dano. Cabe avaliar o que se encaixa melhor no seu estilo de jogo.
Pran
Utilizo a Pran da Água principalmente pelo seu buff, que concede 50% de redução de dano recebido enquanto está ativo. Esse buff é um dos mais fortes defensivamente falando — quando ele está ligado, é extremamente difícil alguém conseguir te matar. Se você o utilizar no momento certo, ele praticamente garante sua sobrevivência, mesmo que a situação seja muito complicada. A Pran do Ar funciona muito melhor em builds focadas em esquiva, motivo pelo qual não faz sentido na minha proposta de build.
Para as asas, utilizo as asas corruptas, que têm a probabilidade de aplicar silence quando ataco. Embora o foco da Santa nunca seja atacar — até porque o dano é irrelevante —, sempre existem momentos em que sobra espaço para encaixar uma skill: um Éden, uma Cruz, um Sensor ou até uma “raiada”. Se qualquer um desses acionar o efeito de Silence, isso já atrapalha demais o inimigo. Em várias situações, já revelei um Atirador ou Dual e a asa da pran aplicou Silence na hora, impedindo que voltem imediatamente para o “inv”. O efeito, por si só, é extremamente útil, e, considerando que as outras asas não oferecem nada realmente melhor para as Santas, essa acaba sendo a escolha mais vantajosa.
A única alternativa plausível seria a asa que regenera MP (asas intelectuais), que ajuda a mitigar o efeito do Intenso (que drena mana). Porém, como o Frango Frito recupera HP e MP de forma muito rápida, isso acaba deixando o problema praticamente irrelevante.
Sobre os ADD’s da Pran:
Nos adds, sigo o padrão para a build Tank: 2 slots de Constituição e 1 slot de Resistência a Crítico. Constituição, porque é o melhor status para a Santa e Resistência a Crítico, porque esse é justamente um dos principais focos defensivos da classe.
Montaria
Atualmente, mesmo possuindo tanto a Maharaja quanto a Litsha, tenho preferido utilizar a Litsha. Por mais contraditório que pareça — já que a Maharaja oferece 1400 de redução de dano PvP, um valor consideravelmente alto — o HP bruto que a Litsha adiciona (aproximadamente 28k) acaba compensando. Mesmo optando pela Litsha, ainda fico com algo em torno de 6k de redução de dano PvP, o que é um valor alto. Dessa forma, mantenho uma quantidade robusta de mitigação, mas ganho também um valor considerável de HP. Mas como tenho as duas montarias, dependendo da situação alterno entre elas.
Sobre os ADD’s da Montaria:
Nos adds da montaria: Resistência a Crítico. Até porque, convenhamos, o jogo não oferece nenhuma outra alternativa viável de add para montaria que faça sentido para a classe.
Vídeo
Quer ver a build em ação? Confira o vídeo abaixo!
Conclusão: A Defesa Absoluta
Montar uma Santa focada em redução de dano PvP, diminuição de dano crítico e resistência a crítico transforma você em um verdadeiro tanque de guerra, capaz de absorver quantidades absurdas de dano enquanto mantém sua PT de pé. Quando essa base defensiva é combinada com resistência a stun e resistência a silence, a classe atinge outro patamar: 70% de resistência a silence e 100% de resistência a stun, tornando a Santa praticamente imune à maior parte dos controles do jogo.
E isso não é um detalhe — é essencial. Uma santa não pode ser controlada. A pt depende dela para sobreviver, e a sua sobrevivência é, na prática, a sobrevivência da PT inteira. Por isso, além dos status certos, é crucial dominar o posicionamento, evitar exposição desnecessária, manter a agilidade para limpar debuffs, curar e dar o “retorno” no momento exato. Uma boa Santa é constante, inteligente e sempre está onde a PT mais precisa.
Espero que este guia tenha ajudado você a entender um pouco mais sobre a classe e seu potencial!
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